ser humano é ser trágico. o amor pisca prazer e dor, o sangue é círculo de céu e chão vermelho batido. a face sadia do eterno retorno: o ciclo das águas, a ciranda das estações, a roda da fortuna, a taça ora cheia, ora vazia... nessa serena harmonia, cortar a dor é amputar o prazer.
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